Fotos dos Volturi no set de Amanhecer em Louisiana
2 comentários Postado por Nathy_bells às 12/18/2010 03:24:00 PMSaíram fotos dos Volturi no set de Amanhecer! Nelas podemos ver Dakota Fanning, Michael Sheen, Jamie Campbell Bower, Cameron Bright e Christopher Heyerdahl no set em Louisiana.
Fonte via Twilightteam
Fanfic: "Livro de Renesmee" (59ª parte)
27 comentários Postado por Monica Marinho às 12/18/2010 01:39:00 AM_ Confesso que, apesar da felicidade em saber que você está viva e poder estar contigo de novo, essas questões também me intrigam. Uma das coisas que me motivou a querer ter o poder nas mãos e tirá-lo das mãos de Aro, foi a sua morte. Não me conformava em não ter tido de Aro a devida consideração. Por que ele não havia esperado eu voltar? Eu teria morrido com você. Sempre fui dedicado à causa Volturi, e se eu estava um pouco desfocado naquela época, voltado para minhas experiências genéticas, era porque eu queria realizar seu sonho de ter um filho. Era só nisso que eu pensava. Ainda assim deixei tudo de lado para cumprir a missão que ele me deu. Hoje me pergunto se tal missão não me fora dada estrategicamente só para me afastar de você e seguir com seu plano de nos separar. Mas por que?
_ Ora, Johan, pelo mesmo motivo que deve ter me separado de Didyme: para se livrar dos empecilhos, de situações que ele julgava atrapalhar seu plano de domínio, de crescimento do reino Volturi entre os vampiros. Só que no meu caso, não tive a mesma sorte que você. Didyme realmente se foi.
_ Aro me disse que você estava cansado de mim e das minhas cobranças por um filho _ desabafou Nina, iniciando sua versão da história. _ E que você havia pedido para ir àquela missão.
_ Maldito mentiroso! Premeditou tudo, nos manipulou direitinho. _ revoltou-se Johan.
Nina continuou:
_ Aro se mostrou compreensivo comigo e disse que eu não era a única vampira a ter essa obsessão por um filho. Que outras, aqui mesmo na Itália, estavam "dando o seu jeito" para ter seu sonho realizado. Lembro bem das suas palavras: "Pena que se trata de um jeito errado e que as acabará levando à morte. Aliás, minha querida Nina, você não poderia tratar desta questão para nós?" Ele me incumbiu de ir com Heidi e Santiago até Nápoles para "cuidar" daquelas vampiras.
_ Ele sabia que no estado emocional em que você se encontrava e da sua loucura para ter um filho, não resistiria à tentação. Lógico que não! A enviou sabendo o que aconteceria. Só precisava de um pretexto para tê-la que "matar". _ concluiu Johan.
_ E não resisti mesmo. Quando vi aqueles bebês imortais nos braços daquelas vampiras, quis imediatamente um pra mim. Eu as invejei. Nossa missão era identificar as transgressoras da lei e puni-las com a morte, juntamente com suas crias. Mas, ao invés disso, acabei me tornando uma delas. Me iludi, dizendo a mim mesma, que apenas satisfaria minha curiosidade de ter, por alguns momentos, a sensação de ser mãe. Depois me livraria da criança e cumpriria a ordem que me fora dada. Foi tão fácil, principalmente porque peguei um bebê já transformado, de uma das vampiras infratoras. Através dos meus poderes, introduzi na mente daquela vampira uma ilusória vontade de me dar aquela criança, porque aquela era a atitude melhor a ser tomada, já que ela iria mesmo morrer nas mãos dos Volturi. Nem precisei matá-la, a fiz se entregar à Heidi, que fez o serviço por mim. No momento que obtive aquele bebezinho em meus braços, eu só sabia de uma coisa: nada e nem ninguém me separaria dele. Mas, sem perceber, acabei sendo pega por Santiago, que me denunciou a Aro. Ele veio pessoalmente a mim, com Renata em seu encalço, pra que eu não pudesse usar meus poderes contra ele.
_ Lembro-me bem desse dia. Aro nos informou do que estava ocorrendo e se concordávamos que ele fosse cumprir a punição pessoalmente. Não vimos porque não concordarmos, afinal, Nina havia cometido uma grave transgressão. Ela devia sofrer a pena e ser dada como exemplo às outras vampiras Volturi que ousassem achar que poderiam cometer tal ato valendo-se da sua posição. Mas lembro também do quão Aro admirava os poderes de Nina e de seus comentários sobre "a arma que Johan tinha nas mãos". Aro realmente temia que vocês se unissem um dia contra ele, afinal, conhecia bem as ambições de Johan e de suas ideias próprias sobre poder. Juntos seriam fortes adversários. Mas separados era mais fácil manipulá-los. Só não contava que você, Johan, nos deixasse e sumisse no mundo. _ analisou Marcus.
_ Faz sentido, Marcus. Mas deixemos Nina concluir sua história. _ pediu Johan, interessado em ouvir sua amada e estar a par da verdade.
_ Bem, eu não sabia o que me esperava. Não sabia que havia sido vista por Santiago e que ele havia me denunciado. Se soubesse, teria acabado com aquele vampiro desprovido de grandes dons. Fui surpreendida por Aro e Renata com o bebê no colo, num galpão abandonado, na zona portuária. Vi que de nada adiantaria usar meus poderes, com a protetora de Aro grudada nele. Achei mesmo que seria o meu fim. Mas fui surpreendida com uma proposta irrecusável e...
Nina cortou o que falava, virando a cabeça, de repente, para o lado da colina. Ela havia detectado algo. A tensão tomou conta de todos, pois o que havia lhe chamado a atenção, também nos pôs em estado de alerta. Vampiros se aproximavam. E sabíamos bem de quem se tratava.
_ Meu bebê! _ desesperou-se Nina, lembrando que o seu tesouro estava longe da sua proteção _ Vocês precisam sair daqui, Aro não pode encontrá-los. E eu tenho que ir atrás do meu pequeno Gabriel.
_ Não há tempo, ele está próximo demais. E esse encontro é necessário, Nina! Estou aqui do seu lado. Aro terá muito o que explicar e ele não está em posição de vantagem. _ disse Johan, sendo apoiado por Marcus.
_ Aro está realmente com Alice! Ela não está pensando coisas conexas, parece que usa com ele a mesma técnica que costuma usar comigo, para despistar seus reais pensamentos._ confirmou papai.
Parece que anos de prática com papai, valeram a pena. Só não sabíamos o quanto ela conseguira se manter concentrada em sua técnica. Nunca foi necessário usá-la por tanto tempo. Mas saberíamos logo, logo.
Infelizmente Nina só havia revelado parte da história, mas ainda não respondera as perguntas iniciais de Marcus: por que Aro a mantinha ali, escondida e com o tal bebê imortal? Por que não a matou?
Fanfic: "Livro de Renesmee" (58ª parte)
23 comentários Postado por Monica Marinho às 12/16/2010 11:59:00 PM_ Bella, pode relaxar, ela está mais calma e parou de usar seus poderes. Sua única preocupação é a criança.
Enquanto prestávamos atenção ao que se passava lá dentro, o celular de Marcus tocou.
"Diga, Gianna! Sim, já sabemos e estamos preparados para a chegada dele... O que?" _ uma grande pausa foi feita por Marcus e, pela sua cara, algo importante estava sendo passado pela vampira recepcionista. Ao desligar, ele chamou Carlisle e Caius.
Agora eu não sabia no que focar minha atenção: no que estava acontecendo dentro da casa ou aqui fora. Bem, meu instinto optou por saber o que Marcus tinha a contar. Algo me dizia que não era coisa boa.
_ Não devíamos ter subestimado Aro. É claro que ele iria se prevenir de alguma forma antes de vir pra cá _ introduziu Marcus.
_ Ande, Marcus, conte logo o que está acontecendo. _ o apressou Caius.
_ Ele esteve no bunker (a casa dos Volturi). Gianna contou que Aro deixou um vampiro loiro, "desconhecido", aos cuidados de Athenodora, enquanto mantinha uma vampira junto a ele o tempo todo. Aro está vindo, como já sabíamos, mas com Renata, Heidi, Sulpicia e a tal vampira, de quem não solta a mão _ transmitiu Marcus.
_ Jasper e Alice! _ deduziu Carlisle, preocupado e assustado com a informação, complementando _ Aro está monitorando as visões e pensamentos de Alice, por isso não solta sua mão, e deixou Jasper como refém, sob o domínio hipnotizador de Athenodora. Certamente ele sabe o que viemos fazer aqui.
_ Caius, ligue para Athenodora e diga que liberte o filho de Carlisle _ pediu Marcus.
Athenodora era a esposa de Caius e tinha o poder de manter, quem quisesse, presa numa espécie de sono profundo, segundo nos contou Carlisle certa vez. Mas Caius nos surpreendeu com sua resposta.
_ E por que eu faria isso? Nem sei ao certo o que esses Cullen pretendem de fato com todo esse circo armado aqui. Além do mais, Aro é como um irmão. Apesar de toda sua traição, acho que tenho que ouvi-lo e saber ao certo que rumo as coisas vão tomar.
_ Ah, Caius. Já entendi tudo. O que lhe move a não tomar posição não é consideração de irmão ou não querer ser injusto. O que você quer é saber quem vai levar a melhor para, então, poder escolher um lado. Prefere ficar em cima do muro e esperar, do que tomar um posicionamento errado. Era de se esperar algo assim vindo de você, meu caro _ disse Marcus, resignado com a postura de seu "companheiro".
Confesso que ouvir tal declaração do impiedoso Caius também não me deixou surpresa, muito menos decepcionada, mas me deixou muito irritada. Jasper estava refém de sua mulher e não sabíamos que tipo de ordem Aro tinha deixado.
_ Carlisle, se quiser, eu e Emmet podemos ir até lá _ dispôs-se papai.
_ Félix e Demetri podem ir junto, se quiserem _ ofereceu Marcus.
_ Félix e Demetri não vão a lugar nenhum _ adiantou-se Caius _ Aliás, nenhum dos da guarda Volturi irá acatar ordens suas sem que eu a respalde. Não esqueça que também sou uma autoridade sobre eles aqui. Sua ordem solitária de nada vale, você conhece as regras. E, além do mais, ninguém o elegeu porta-voz dos Volturi. Esse posto ainda é de Aro _ lembrou o loiro "azedo", quase me fazendo pular naquele pescoço magro. Mas me limitei a cerrar os olhos enquanto o praguejava mentalmente.
_ Odeio ter que concordar, mas Caius tem razão. Na ausência de Aro, a guarda Volturi só obedece ordens nossas se estivermos de acordo. Se Caius não consentir, minha voz é nula. _ ratificou Marcus.
_ Veja você! Há mais democracia e disciplina entre os sanguessugas do que eu imaginava _ comentou Jake, com ironia.
_ Mas nós não estamos sujeitos a essas regras internas. Dependemos apenas do seu consentimento. Mantenho minha pergunta Carlisle: eu e Emmet podemos ir até lá buscar Jasper? _ insistiu papai.
_ Não! Ninguém sai daqui. Não sabemos o que Aro pretende. Irem até lá pode ser a sentença de Jasper. Temos que esperar.
Em meio a essa discussão, Esme, Rosalie e Johan saíram da casa, seguidos de Nina, carregando um bebê. Era uma criança que aparentava não ter mais que um ano de idade, muito pálida, olhos cor de sangue e que parecia inquieta nos braços de Nina. Acho que era o que os Volturi chamavam de bebê imortal, a tal criança proibida entre os vampiros, cuja aquisição era punida com a pena-de-morte.
_ Preciso alimentar meu filho. Ele está sedento! _ comunicou Nina.
_ Podemos caçar um animal pra ele _ ofereceu Carlisle, sendo sua oferta correspondida com risos por parte dos Volturi presentes e demais vampiros. Apenas nossa família mantinha o hábito "vegetariano" ali.
_ Não serve! _ objetou Nina, curta e secamente.
_ Essas "coisinhas" só se saciam com sangue humano, meu caro Carlisle. E por mais tempo que vivam dele, é uma sede que parece se intensificar cada vez mais e mais. Não é como nós, que com o passar dos anos temos nossa sede aplacada por um período de tempo maior. Eles são como eternos recém-criados. Por que acha que são proibidos entre nós? Com toda essa sede nos expoem sobremaneira _ explicou Marcus.
_ É verdade, eu havia esquecido desse detalhe _ desculpou-se Carlisle.
_ Angelina! Leve o bebê de Nina para se alimentar _ ordenou Johan à sua filha.
_ Angelina? Quem é ela? _ interessou-se Nina.
_ É uma de minhas filhas. Ela é meia-humana e meia-vampira. Resultado de uma de minhas experiências genéticas com humanas.
_ Sua filha? Você pôs o meu nome nela? _ indagou a vampira, com um certo sorriso no rosto, como se estivesse feliz com a homenagem. "Nina" era apenas uma abreviação de seu verdadeiro nome.
_ Sim, minha querida. Queria eternizar seu nome e poder continuar a pronunciá-lo. Deixe que ela leve o bebê para saciar sua sede.
_ Não sei se posso confiar... _ esquivou-se Nina, diante de Angelina que já mantinha-se à espera, com os braços estendidos, à sua frente.
_ Angelina cuidará do seu bebê como se fosse dela. _ garantiu Johan.
_ Quer que eu a acompanhe, Nina? _ ofereceu-se Rosalie.
_ Você iria com ela, Rose?
_ Claro, Nina. Basta meu pai não se opor _ fez-se Rosalie de rogada, olhando para Carl.
_ Pode ir Rosalie. Adiantaria eu dizer não? _ rendeu-se vovô.
_ Não acredito! Vocês vão deixar isso acontecer? Carlisle! indignou-se Jake.
_ Não estamos em nosso território, Jacob!
_ Por favor, Jake, vovô tem razão. Eu sinto a mesma repugnância que você, mas esse é o território deles, e, independente de ser para o bebê imortal, é desse tipo de sangue que todos os outros vampiros aqui se alimentam. É o costume deles. Temos que nos conformar.
Jake não estava com cara de quem iria se conformar. Balançou a cabeça negativamente várias vezes e fez menção de que iria dizer algo, mas desistiu, contrariado com a situação. Eu entendia bem o que Jacob estava sentindo. Sua espécie foi criada para defender os humanos dos vampiros dentro do seu território, e ali ele estava com as mãos atadas. Teve que engolir aquele sapo para não criar mais um problema diante dos tantos já existentes.
Nina, então, entregou o bebê à Rosali, ignorando os braços estendidos de Angelina. Rose pegou a criança no colo com os olhos brilhando.
_ Por favor, a preferência é que seja uma turista. Há muitas próximo à cachoeira nessa época. Só pego nativas quando não há opção. Vocês precisam imobilizá-la, mas não podem matá-la. Ponha-o no peito da mulher e deixe-o "mamar" o sangue _ instruiu Nina, o que fez Jacob, agachado, próximo de mim, esmurrar o chão e resmungar alguns palavrões.
Sam, Leah e Josh, esboçaram a mesma cara contrariada. Mas estavam ali subordinados ao alfa: Jacob. Nada podiam fazer sem o seu comando. Apenas sentir-se tal como ele.
Uma vez a par do que deveriam fazer, as duas, Rose e Angelina, sumiram colina à fora, com o pequeno imortal à tira-colo, para vitimar alguma pobre humana que atravessasse seus caminhos.
Fanfic: "Livro de Renesmee" (57ª parte)
30 comentários Postado por Monica Marinho às 12/11/2010 11:45:00 PM_ Carlisle, Edward chegou logo após a saída de vocês e... _ mamãe estranhou que não estivéssemos esboçando qualquer reação. Acredito que parecêssemos estátuas vivas, ali paradas, envolvidas pelo canto de Nina.
Papai estranhou mamãe estar falando a esmo, com o nada, apesar de poder ouvir nossos pensamentos.
_ Bella, o que você vê? Ouço vários pensamentos, mas não vejo nada aqui a não ser ávores...
_ O que está acontecendo? _ exigiu Jane!
_ Rastreei Marcus, Caius, Chelsea, alguns dos Cullen e outros vampiros que não identifiquei, além de um cheiro peculiar de cachorros ou lobos... Mas o rastro acaba aqui _ disse Demetri, farejando o ar à sua volta.
_ Parem, todos vocês. Não é possível que não estejam vendo o que vejo... Nessie! Carlisle! Jake! _ Nos chamava mamãe, nos tocando e andando entre nós, impaciente diante de nossa apatia. Estávamos inertes à sua ação e aquilo estava me deixando desesperada. Tive então a ideia de me comunicar mentalmente com papai.
"Papai, estamos presos dentro da ilusão criada por Nina. Ela está usando seus poderes e se protegendo, fazendo com que acreditem não estar vendo nada aqui. Mamãe certamente é imune ao seu dom, então diga a ela para estendê-lo a vocês e se identifique à vampira de cabelos compridos na porta da casa. Diga quem são."
_ Bella, estenda seus poderes a nós. Eles estão presos numa ilusão de ótica criada por nossa amiga, por isso não conseguimos vê-los.
Mamãe, então, formou uma enorme bolha de proteção ao redor do grupo.
_ Olhem Marcus e Caius, ali! _ apontou Alec, surpreso com o novo cenário que se formava à sua frente.
_ Interessante esse seu poder, Bella _ comentou Jane, com uma certa admiração.
_ Mas porque eles estão assim inertes? _ estranhou Félix.
_ Calma, eles estão sob o poder de Nina, aquela vampira ali na porta. Vamos caminhar até ela, Bella. _ pediu papai.
Enquanto caminhavam, papai falava com Nina.
_ Nina, somos amigos. Sou Edward, filho de Carlisle e Esme. Pode abaixar a guarda, estamos aqui em paz e não estamos mais sob o efeito do seu dom. Podemos vê-los.
Nina, então cessou seu canto, libertando-nos imediatamente daquele transe horrível. Mamãe, então, pôde relaxar e deixar de usar os seus também, correndo ao meu encontro e me abraçando. Todos nós estávamos meios desnorteados.
_ O que eles estão fazendo aqui? _ desesperou-se Nina, apontando para Jane e Alec _ Aro disse para eu nunca me mostrar a eles ou então... _ hesitou em continuar.
_ Ou então o quê? _ perguntou Johan.
_ Ela teme pela vida do seu bebê, dado a ela por Aro, como uma espécie de recompensa _ revelou papai, lendo seus pensamentos.
_ Um bebê? _ indagou Johan. _ Que bebê é esse, Nina?
Nina franziu a testa, diante da revelação feita por papai, e balançou a cabeça assustada, como se quisesse negar tal afirmação. Inesperadamente, ela correu para dentro de casa, puxando Johan pela mãos e fechando a porta, em seguida, voltando a usar seus poderes.
"Vocês nunca me encontraram, nunca me conheceram..." repetia ela, alucinadamente. Porém, mamãe foi veloz em usar seus poderes logo que percebeu o que ela pretendia, e nos protegeu de mais essa ação de Nina.
_ Marcus, Caius, posso impedi-la de usar seus poderes, se quiserem. É só ordenarem. _ se dispôs Jane, como se estivesse sedenta por aquilo.
_ Por favor, Caius e Marcus, não é preciso. Podemos lidar com isso de outra forma... _ implorou Carlisle.
_ Que forma? Por mim, acabávamos esse problema já, Marcus. Vocês não ouviram Edward? Ela tem um bebê lá dentro. Conhecem muito bem as leis. _ mandou Caius.
_ Lei por lei, quem teria que pagar pela transgressão dela seria Aro e não Nina, pois foi ele quem a concedeu esse "presente" _ lembrou Marcus a Caius.
_ Nina, ninguém fará mal ao bebê. Eu a ajudo a protegê-lo. Confie em mim _ gritou Rosalie, surpreendendo a todos.
_ Pare com isso, Rosalie! Não se envolva nessa questão. Não desta forma. _ exortou Carlisle.
_ Nina, por favor, pare de usar seus poderes contra nós. Já não demos provas suficientes que estamos aqui para ajudá-la? Meus filhos e minha neta também correm risco e precisamos de você, querida. Vamos nos unir e nos ajudar mutuamente _ disse Esme com a doçura que lhe era peculiar, parecendo causar algum efeito sobre a vampira. A onda de som, causada por aquela espécie de mantra, que batia na bolha de proteção feita por mamãe, começou a diminuir e, então, cessou. Por precaução, mamãe continuou usando seus poderes.
_ Deixe-me entrar e falar com ela Carlisle _ pediu Esme.
_ Eu vou junto _ comunicou Rosalie, sendo contrariada por vovô.
_ Esme vai e você fica aqui, Rosalie. Bella, pode recolher seu poder.
E, então, Esme avisou em alta voz:
_ Nina, estou entrando.
De dentro da casa, a resposta:
_ Venha e traga Rosalie. Ela me ajudará a proteger meu bebê.
Rosalie, esboçou um leve sorriso de satisfação, e, com um cinismo aparente, defendeu-se.
_ É ela quem está pedindo.
_ Vá Rosalie, mas deixe sua mãe lidar com isso _ instruiu Carl.
Fanfic: "Livro de Renesmee" (56ª parte)
35 comentários Postado por Monica Marinho às 12/08/2010 10:50:00 PMMas o nosso destino ainda não era o vilarejo e, sim, uma casa, um pouco mais afastada da "civilização", localizada mais ao alto, na floresta. Nos dirigimos até lá, mas qual foi nossa surpresa ao chegamos no local e não encontrarmos nada, a não ser árvores e mais árvores. Olhamos em todas as direções, mas não havia nenhuma habitação. Nem sequer uma cabana no alto de uma árvore ou coisa parecida.
_ Isso é alguma brincadeira? _ irritou-se Johan.
_ Bem, ou Carlisle nos trouxe para alguma armadilha ou nossa amiga está brincando conosco. _ sugeriu Caius.
_ Certamente nossa amiga está usando seus poderes. _ concluiu Marcus, com total certeza em sua afirmação.
Carlisle, então, pediu silêncio a todos e começou a falar a esmo, em alta voz.
_ Esme! Rosalie! Diga à nossa amiga que não precisa ter medo. Marcus e Caius vieram em paz e trouxemos a pessoa que ela pediu, como prometemos. Johan está aqui.
Nesse momento, vi o semblante de Johan mudar, como se a "ficha tivesse caído, como se já tivesse matado a charada. Pra ele estava óbvio de quem se tratava. Apenas uma pessoa tinha o poder de causar tamanha ilusão de ótica, de conseguir sugerir pensamentos e fazer a pessoa acreditar neles como uma verdade incontestável. Passou de cético e desconfiado a um misto de surpreso e assustado, como se lutasse consigo mesmo para acreditar no que sua mente já havia captado.
_ Nina? _ disse baixo, como um pensamento verbalizado. Em seguida, repetiu o mesmo nome, várias vezes, cada vez mais alto _ Nina! Ninaaaa!! _ gritando e andando de um lado para outro, procurando-a.
De repente, o que era um agrupamento de árvores diante de nós, começou a se transformar numa casa de madeira. Algo semelhante a uma casa de bonecas, com uma varanda na frente e um belo jardim ao redor. Parece que havíamos sido submetidos a ação de Nina. Era a forma que ela usava para manter-se longe de olhos humanos e não-humanos. Talvez por ordem de Aro, que não queria que fosse descoberta.
A porta, então, se abriu e de dentro da casa saiu uma mulher de longos cabelos castanhos escuros e franja, estatura mediana, traços finos e delicados, olhos vermelhos e pele branca, muito branca, e lisa como cera. Ela lembrava uma boneca de porcelana, mas de olhar triste. Logo em seguida, surgiu Esme e Rosalie.
De trás da casa, saíram Leah, Josh e Emmet, que abriram um largo sorriso ao nos ver. Apesar de querer correr e abraçá-los, o momento exigia respeito e atenção. Johan parecia hipnotizado com a imagem à sua frente.
_ Você está viva? Minha Nina... viva? Todo esse tempo? _ dizia isso como se não acreditasse no que seus olhos contemplavam.
Nina, então, estendeu as mãos, pedindo que se aproximasse. Quem sabe se a tocasse...
Nós todos estávamos na expectativa. Assistindo a cena como se víssemos um filme em seu momento mais marcante. Jake, acho que comovido com a situação, veio pra perto de mim e me abraçou por trás, beijando o alto da minha cabeça.
Johan poderia ter chegado até Nina em segundos, mas preferiu caminhar lenta e cuidadosamente até ela. Quando estava próximo o suficiente, estendeu um dos braços e tocou-lhe primeiro as pontas dos dedos, observando cada detalhe. Depois entrelaçaram as mãos. Com a outra mão, Johan a tocou no rosto e a acariciou, sendo correspondido por Nina, que, com os olhos fechados, roçou a bochecha na palma de sua mão. E, enfim convencido do que estava presenciando, Johan balbuciou:
_ É você, minha Nina. E viva!
_ Sou eu mesma Johan. Sua Nina.
E, então, se abraçaram. Johan parecia não saber o que fazer: hora a abrigava em seus braços; hora segurava seu rosto com as duas mãos e a fitava, como se precisasse ter certeza que era ela; e hora beijava seu rosto e boca. A cena era, ao mesmo tempo, linda, comovente, triste e melancólica. Ver duas pessoas que se amam se reencontrando após décadas separadas era algo emocionante. Mas saber o motivo de tal separação forçada, era dolorosamente revoltante.
O momento foi abruptamente interrompido pela presença de vampiros se aproximando. Todos nós, imediatamente, nos colocamos em posição de atenção e ficamos preparados. Jake, Sam, Josh e Leah, num salto, se uniram, à nossa frente, já transformados. Emmet e Chelsea, se juntaram aos lobos e aguardaram o que estava por vir. O barulho de passos velozes, cortando a vegetação, ficava cada vez mais perto. Nina, então, sussurrou:
_ Não há nada e nem ninguém aqui além de árvores. Apenas árvores! _ ela repetiu isso algumas vezes, com um tom de voz que lembrava cristais finos tilintando ao vento. Num sussurrar constante e aveludado. Seu poder era direcionado e atingia apenas o alvo desejado. Nós, mesmo seduzidos pelo canto hipnótico, continuávamos vendo o cenário real e não o imaginário, o qual ela sugestionava.
@Parisfilmes comenta o lançamento do DVD de ‘Eclipse’ no Brasil
2 comentários Postado por Nathy_bells às 12/06/2010 03:15:00 PMFanfic: "Livro de Renesmee" (55ª parte)
26 comentários Postado por Monica Marinho às 12/03/2010 11:21:00 PM_ Edward? Estamos naquela hospedaria, na beira da estrada, da qual lhe falei. Isso mesmo. Como? Mas ela está bem? Ok! Então estamos seguindo pra lá agora mesmo. Bella vai ficar aqui aguardando vocês com Nahuel. Nessie, Jake e Sam vão comigo. Sim, eles estão. Eles também. Todos já sabem parte da história e também estão indo pra lá. É hoje! Nos deseje boa sorte!
Jake e Sam estavam afastados. Talvez teria sido muito para eles dividir a mesma mesa com tantos vampiros desconhecidos. Mas, no momento da ligação, se aproximaram.
_ Essa vampirada aí não me agrada. Fica perto de mim, ok? _ sussurrou Jake no meu ouvido, atraindo os olhares desconfiados de Johan e seus três filhos. Lógico que tinham ouvido, por mais baixo que Jacob tenha falado e é óbvio que sabiam que ele se referia a eles.
_ Pára com isso, Jake!
_ Quem são esses dois? Eles têm um cheiro característico de uns antigos conhecidos nossos. "Personas non gratas" pelo que me lembro _ comentou Johan com Caius.
_ Você deve estar se referindo aos lobisomens. Mas é só o cheiro de "cachorro molhado" mesmo que eles parecem ter em comum. Esses aí são de uma outra linhagem, são transmorfos. Apesar que, fora o controle sobre a transformação, pra mim são tudo a mesma porcaria... _ respondeu Caius, sendo interrompido por Jake.
_ Vocês estão falando da gente? _ perguntou Jake, num tom nada amistoso.
_ Sim, meu jovem. Foi apenas curiosidade, não era minha intenção..._ começou a se explicar Johan, mas Caius resolveu se intrometer.
_ Não dê confiança. Aliás, não entendo porque os Cullen insistem em carregar seus "bichinhos de estimação" pra todo canto.
_ Quem aqui é bicho de estimação, sua sanguessuga sem sal?
_ Ô menina, acho melhor você mandar o seu totó ficar quieto, tal como o outro está _ provocou Caius.
Nesse momento, criou-se uma clima bastante tenso. Jake e Sam, ofendidos, se inclinaram, eriçados e com a respiração ofegante, para o lado de Caius, sendo contidos por mim e mamãe. Enquanto que Caius, não menos agressivo, mostrava os caninos e sibilava, sendo segurado por Johan e Ivan. Carlisle e Marcus, trataram de pôr ordem em seus respectivos grupos.
_ Contenha-se Caius! Não vê que não é momento para isso? Haja como um Volturi, uma autoridade!_ ordenou Marcus, conseguindo mexer com a vaidade de Caius, e fazê-lo se recompôr.
Enquanto isso, Carlisle pedia a Sam para não levar em conta as provocações de Caius, e eu e mamãe acalmávamos Jake.
_ Pelo amor de Deus Jake, controle-se! Você ainda não percebeu que não dá para levar em consideração o que ele diz? Temos muito com que nos preocupar por aqui. _ implorei, conseguindo com que ele se acalmasse.
_ Leva os dois lá pra fora, Nessie! _ pediu mamãe, antes que novas provocações fossem destiladas por Caius. Não sabíamos o quanto Jake e Sam conseguiriam se segurar. Aliás, nem eu sabia se me conteria se ouvisse mais um comentário de mau gosto como aquele sobre Jake ou Sam.
Chelsea estava em posição de atenção, já do lado de dentro, pronta para agir se necessário. Nos acompanhou com os olhos até que nos retirássemos do recinto.
_ Eu sei que é difícil pra vocês, mas a pessoa lá não é muito normal. Não deu pra perceberem ainda? _ ralhei com Jake e Sam.
_ Me desculpe Nessie, mas eu já estava meio engasgado com aquele loiro esquisito. _ desabafou Sam, ainda com a respiração ofegante.
_ Por mim, acabava com a graça dele ali mesmo! Sanguessuga nojenta! _ esbravejou Jake, entre os dentes.
_ Esperem um pouco _ fiz sinal com o dedo indicador sobre a boca _ Deixem-me ouvir a conversa lá dentro. Não viram que era papai ao telefone? _ pedi, me concentrando no que era dito por Carlisle e Marcus.
"Meu filho está vindo pra cá e está acompanhado com alguns da guarda Volturi. Ele avisou que Aro está a caminho de Dimenticato. Parece que já sabe da nossa presença aqui. Minha filha, Alice, que está com Aro, conseguiu passar alguma mensagem para Edward", disse vovô.
"Jane me confirmou isso. Ela está vindo com seu filho, além de Alec, Demetri e Félix. Parece que Flávio passou alguma informação para Aro antes de morrer.", complementou Marcus.
"Temos que ir pra Dimenticato imediatamente!", urgiu Carlisle.
"O que há nesse tal lugar, 'Dimenticato', de tão importante? Por que Aro iria pra lá e não viria para cá, ao nosso encontro? Tem algo a ver com o que você iria me contar, Carlisle? Diga logo o que preciso saber sobre a morte de Nina!", exigiu Johan.
"Acho melhor você ver com os próprios olhos. Em Dimenticato está a resposta. Não há tempo para mais conversa. Precisamos nos dirigir pra lá agora mesmo!", disse Carlisle, já se encaminhando para a porta.
Enquanto ouvia , repassava a conversa resumidamente para Jake e Sam. Carlisle abriu a porta e aguardou que todos se reunissem do lado de fora.
_ Seguiremos sem carro até Dimenticato. O local é de difícil acesso e chegaremos mais rápido indo a pé, cortando caminho por dentro. Bella e Nahuel ficarão aqui aguardando Edward e os demais e os levarão até nós. Temos que chegar lá antes de Aro.
_ Vovô, papai disse algo sobre Alice? _ perguntei, preocupada.
_ Tudo indica que ela está bem, Nessie! Mas logo saberemos disso. Vamos lá pessoal, me sigam.
O caminho era realmente bem escondido e estrategicamente mal localizado. A mata nem era problema, mas a geografia do lugar, recheado de montanhas, vales e depressões tornavam o caminho mais difícil. Mas nenhum obstáculo que não conseguíssemos ultrapassar. Com exceção de Jake e Sam, durante o trajeto percebi que não havia distinção entre os vampiros ali presentes. Nobres ou comuns, puros ou mestiços, éramos todos vampiros agindo como tais. Locomovía-nos sem dificuldade e velozmente entre a vegetação densa e os acidentados relevos.
David Slade responde 5 perguntas sobre o DVD de ‘Eclipse’
0 comentários Postado por Nathy_bells às 12/02/2010 12:50:00 PMA Saga Crepúsculo: Eclipse chega em DVD e Blu-ray dia 04 de dezembro nos EUA. E o site da Entertainment Weekly depois de assistir o bônus do DVD, fizeram algumas perguntas ardentes, que o diretor David Slade (foto) ficou feliz em responder:
1. Por que ele não participou dos comentários?
Slade é obviamente bem representado no longa-metragem de making-of documental e introduz e fornece o contexto para cenas excluídas e estendidas, mas não é ele que está nas duas faixas de comentários sobre o filme – ele deixou para Stephenie Meyer e o produtor Wyck Godfrey , e Stewart e Robert Pattinson (Ela que estava em Montreal, com ciúmes de que ele estava em Los Angeles, comendo In-N-Out). “É uma escolha que eu fiz depois de fazer meu primeiro e último comentário no meu primeiro filme MeninaMá.com”, diz ele. “Eu fiz um comentário sobre isso e achei uma experiência insatisfatória, pessoalmente, que eu jurei nunca mais fazer isso de novo, porque eu não sou muito bom nisso. Você trabalha por um ano e meio, dois anos, o tempo que está em um filme, e é uma experiência muito pessoal, bem como uma experiência muito pública. Há tantas catarses que vão nisso, e então você acaba sentando em um quarto pequeno e reduzindo o que foi uma intensa quantidade de trabalho até uma porcaria, piadas bobas normalmente. “Estava chovendo naquele dia.” [Risos] Eu simplesmente achei que fosse realmente desanimador e, como eu digo, eu realmente não sou bom nisso. Eu não fiz um para o meu segundo filme (30 Dias de Noite) também.”
2. Ouvindo os comentários de Stephenie e Wyck, você ouve muito das discussões que se passaram, como debates como Jacob deveria beijar Bella ambas as vezes, e você percebe que uma experiência colaborativa de fazer um filme da Saga:Crepúsculo deve ser. É útil ou mais desafiador como diretor?
“Se você está em sincronia com todos, a colaboração é uma segunda natureza. O que você está fazendo é procurar as melhores idéias e utilizá-las. Certamente há muita colaboração, mas também há muita clareza do que tem de ser na visão que você tem para o filme quando você entra como o diretor. Sem isso, não há a meta “, diz ele. “Há todos os tipos de coisas que podemos discutir, mas no final do dia, eu sou o cara que tem que sair e conseguir a foto … Cinema é sempre uma luta, porque você é a pessoa, como o diretor, com uma imagem clara na sua cabeça e o que você pensa é realmente emocionante, e você está apenas tentando convencer um bando de outras pessoas a comprar isso. Isso sempre vai ser uma viagem difícil, particularmente quando há dois filmes muito bem sucedidos anteriores. Há uma tendência a pensar de forma segura. “Nós temos algo que funciona. Por que nós mudamos isso ou aquilo? “Tudo o que foi alterado, foi com muita discussão. Mas não havia nada que era em comum acordo. Havia apenas discussões para chegar a um ponto onde todos estavam confortáveis “Um exemplo:. Os vampiros quebrando em Eclipse. “Eu fiquei realmente fascinado com a patologia das criaturas. Uma coisa é escrever algo de um lugar emocional, quando ela imaginou o sonho de um homem que é feito de diamantes, que hoje é a mitologia e as lendas que se passam em que ela descreve como Edward Cullen. Mas, então, para mim, também, é esotérico. Eu tenho que fazer algo realmente tangível. Então patológicamente, vamos descobrir por que elas brilham e, portanto, que eles são feitos e, portanto, por que eles quebram? “, Disse Slade. “Houve um certo equilíbrio que tinha de ser feito entre uma imagem visual muito boa e também o que iria trabalhar para Stephenie. Uma das coisas que me lembro foi o tamanho das peças. Você não pode ter peças em tamanho de biscuit, porque as pessoas podem encontrá-las. O que é bastante justo. Nós teríamos que, em seguida, adaptar o nosso efeitos de trabalho para se certificar de que não havia pedaços do tamanho de biscuit. Havia grandes pedaços que se desprenderam que poderiam ser encontrados e queimados, porque nos livros, é claro que eles continuam a viver. Eles não são inanimadas, essas pequenas peças que rastejam, que tivemos licença cinematográfica de não fazer.”
3. Por que não vemos todas as cenas deletadas descritas nos comentários sobre o DVD?
Stewart descreve a primeira coisa que ela filmou no filme – uma “bastante ridículo” seqüência em que ela se imaginava no flashback da lareira como a terceira mulher do chefe Quileute, que se esfaqueou e se sacrificou para distrair a vampira vingativa feminina que atacava a aldeia. Meyer e Godfrey descreveram as pessoas rindo quando viram isso. Compreensível que eles não optem por incluí-lo. Idem a cena de Bella imaginado após o beijo dela com Jacob na montanha. Ela os viu tendo crescido juntos. “Havia um monte de problemas com maquiagem protética,” Slade disse com um gemido, então uma risada. “Isso me dá um pouco de arrepio, como um cineasta. Como uma idéia, ela era maravilhosa. O que acontece com um filme é que ele torna-se orgânica e cresce, e ele lhe diz que ele quer, e ele estava gritando em voz alta: “Eu não quero isso!’ para mim.” Outra cena descrita nos comentários na verdade, nunca foi gravada. “Stephenie realmente queria ver Edward como um rapaz novo, e nós tivemos essa visão roteirizada por um tempo em que Bella e ele estão juntos em tempos vitorianos, como uma espécie de devaneio,” Slade disse.
4. Alguma vez ele lançou uma uva na boca de Taylor Lautner, entre as tomadas?
O making-of documentário ocasionalmente aparece “Taylor Time” (há até um gráfico), durante o qual vemos Lautner se divertindo no set. A(o) assistente de Slade e Stewart são vistos jogando uvas e Lautner capturando na boca de uma boa distância. O diretor sempre participar nesse jogo? “Nem eu”, diz ele. “Eu vi com espanto e fotografou o backflipping de uma paralisação, o que ele faz. Eu também tenho a testemunhar como ele aterrorizou, de uma maneira muito bem-humorada, os seguranças que foram contratados para se certificar de que eles estavam todos bem. Ele iria jogar piadas sobre eles o tempo todo. Foi muito muito divertido. ”
5. Porque não temos um erros de gravação no DVD?
Kristen e Rob falaram sobre como as pessoas caíram muito na neve falsa. Que, por exemplo, teríamos gostado de ter visto. “Tivemos uma verdadeira cassetada, mas eu acho que as pessoas eram muito boca suja”, disse Slade. “Eu acho que você pode apagar isso pela má lingua”.
Ganhamos e indicamos o selo "Esse blog me faz feliz!"
2 comentários Postado por Monica Marinho às 12/01/2010 09:48:00 PMGanhamos esse selinho por indicação do nosso querido parceiro Fotos e Livros
1 - Apresentar a imagem do selo no blog;
2 - Apresentar o link do blog o qual dedicou o selo;
3 - Responder a algumas perguntinhas básicas;
4 - Indicar quantos blogs desejar, para entregar o selo e promover o link dos mesmos;
Bem, já apresentamos a imagem, assim como o link do blog de quem nos indico. Vamos às perguntas e, em seguida, às novas indicações!
7 coisas que pretendo fazer antes de morrer:
1. Conhecer a Inglaterra: terra dos Beatles e do Robert Pattinson.
2. Conhecer parte da Europa e Disney com a família.
3. Escrever um livro.
4. Ver meu marido parar de fumar.
5. Ver meus filhos realizados profissional e sentimentalmente.
6. Ter minha casa de praia e um labrador creme.
7. Presenciar as descobertas das curas do câncer e Aids.
7 palavras ou expressões que mais falo:
1. Maaarcos! (meu marido e filho se chamam Marcos - rs)
2. Caraaaca!
3. É foda, viu!
4. Gente, me deixem trabalhar!
5. Vou gravar!
6. "Meu"!
7. VAI dar certo!
7 coisas que faço bem:
1. Sorrir.
2. Escrever.
3. Conversar..
4. Cuidar das pessoas.
5. Dar ideias.
6. Amor.
7. Dar conselho
7 defeitos meus:
1. Impaciente.
2. Atrapalhada.
3. Desligada.
4. Esquecida.
5. Desorganizada.
6. Desconcentrada
7. Impulsiva.
7 coisas que amo:
1. Marido e filhos
2. Mãe
3. Familiares e amigos
4. Jornalismo
5. Escrever
6. Viajar e sair com amigos
7. Twilight
7 qualidades minhas
1. ser amiga
2. leal
3. autêntica
4. fiel
5. atenciosa
6. sorridente
7. falante (não sei bem se isso é uma qualidade ou defeito rs)
(não mudei praticamente nada do que minha amiga Cíntia escreveu.. rs)
7 blogs para participarem do desafio:
OBS: Como os blogs-irmãos Blog Twi Brasil e Fotos e Livros já foram citados, darei oportunidade a outros parceiros:
1. I Love Twilight Brasil
2. Twilight Brasil (@TwiBrasil)
3. Robstenguide (@Robstenguide)
4. Carla Fanpire (@carlafanpire)
5. Twilight Eclipse Brasil (@EUSOUFAN)
6. Team Robsten Brasil (@Team_Robsten_BR)
7. Amor Robsten (@AMORROBSTEN
Fanfic: "Livro de Renesmee" (54ª parte)
35 comentários Postado por Monica Marinho às 12/01/2010 12:46:00 AM![]() |
| O amor perdido de Marcus: a encantadora Didyme |
_ Bem Johan, creio que o que vai ser dito aqui pode mudar o rumo dos seus planos. São revelações importantes e que não afetam apenas você. Todos aqui fomos atingidos direta ou indiretamente. Então eu pediria que você tentasse ouvir tudo até o final _ iniciou Carlisle.
_ Estou estranhando o fato de Aro não estar com vocês. Os três sempre foram unha e carne. Sua fidelidade a Aro sempre foi cega, Marcus. Assim como a sua, Caius. _ mencionou Johan, se reportando aos Volturi.
_ Você escolheu a palavra certa, meu caro Johan, ao adjetivar a fidelidade que tínhamos por Aro. Acho que durante séculos foi dessa forma que estivemos perante ele e suas ações: cegos! Além de um exímio articulador, capaz de manipular qualquer um com seus argumentos e poder de persuasão, ele sempre contou com a influência dos dons de Chelsea. Só que muitas coisas aconteceram com o tempo, e uma delas foi o fato de eu e Chelsea começarmos a ficar tão próximos, por conta das ordens de Aro, que acabamos nutrindo um sentimento mais íntimo um pelo outro. Aro, sempre tão obcecado pelo poder, não pensou que tanta aproximação pudesse resultar nisso, principalmente porque nunca me recuperei do fato de ter perdido minha amada Didyme, como você já sabe. Aliás, este foi outro fator que contribuiu para que eu perdesse o entusiasmo pela causa Volturi, deixando que Aro tomasse as rédeas do comando. Isso até começar a ser despertado para a vida novamente_ disse isso olhando para fora, na direção de Chelsea _ Que ironia, não? A bala de Aro acabou saindo pela culatra. _ abriu-se Marcus, deixando-nos um tanto perplexos com mais esta revelação.
Quem diria! Marcus e Chelsea tendo um affair! Bem, pelo que ele disse, a relação entre os dois parecia ir além disso. Estava explicado o porquê dela o estar acompanhando e não estar mais usando seu poder sobre ele. Ela estava dando a Marcus o benefício de ter liberdade de opinião, de enxergar as coisas como realmente eram, sem que ele estivesse preso a uma lealdade forçada, induzida. Ela não o prendia mais à Aro. Isso só demonstrava uma coisa: Chelsea o amava. E libertá-lo, mesmo arriscando-se, foi a maior prova de amor que ela poderia lhe dar. Só não sei se esse amor era retribuído por Marcus à altura ou se seu sentimento limitava-se à gratidão.
_ Você e Chelsea? Como nunca percebi? _ admirou-se Caius.
_ Caius, Caius! Perdoe-me a indelicadeza do comentário, mas a única coisa que você consegue perceber é o seu próprio umbigo. _ disse Marcus, sem parecer ofender Caius.
_ Realmente você tem razão. Esse não é o tipo de coisa que me atrairia a atenção. Ainda mais em se tratando de Chelsea. _ comentou o "loiro aguado", deixando no ar seu desprezo pela vampira Volturi. Marcus o ignorou. Parecia já estar acostumado com o temperamento do amigo.
_ Muito interessante a sua história Marcus. E tirando a parte de Chelsea e você, de todo o restante eu já sabia. Esqueceu que eu ainda era um Volturi quando Didyme foi morta? Mas confesso que na época estava tão ocupado com minhas experiências e planos de poder junto a Aro, que nem me ative aos acontecimentos. Uma morte que não fora investigada ou vingada. Tudo muito estranho, principalmente entre nós, vampiros! Afinal, era sua companheira e irmã de Aro. Mas o fato acabou sendo deixado no esquecimento. Só me dei conta do que significava tal perda quando aconteceu comigo. _ nesse momento, Johan franziu a testa e olhou fixamente para o centro da mesa, como se estivesse revivendo aquela dor. Mas logo se recompôs _ Bem, não preciso contar-lhe essa história. Você e Caius a conhecem muito bem. _ completou, com um certo rancor nas palavras.
_ Conheço? Aí é que você se engana meu caro Johan. Nem eu, nem Caius e nem você tínhamos conhecimento da metade dessa história. Há muito o que ser dito aqui sobre a morte de Didyme e de Nina. Mas eu prefiro que Carlisle faça essa parte, não sei se conseguiria relatá-la sem algum conteúdo emocional. _ pediu Marcus.
_ O que há mais pra ser dito sobre a morte de Nina? E o que a morte Didyme teria em comum? Foram acontecimentos ocorridos em épocas distantes e por motivos totalmente diferentes. _ agitou-se Johan, confuso e ansioso por respostas.
_ Antes que seja dito qualquer coisa, gostaria de deixar algo bem claro: eu não tenho ou tive nada a ver com essa história. Fui tão enganado quanto você ou Marcus _ se antecipou Caius em defender-se.
_ Enganados? Como assim? _ indagou Johan, ainda mais perdido.
_ Por favor, Johan, acalme-se e ouça com atenção. Vou lhe contar tudo. Primeiro, vou adiantar-lhe que seus questionamentos sobre a estranha forma com que foi tratada a morte de Didyme têm fundamento. E só tive acesso a essa informação porque um de meus filhos, Alice, tem o poder de ver fatos que aconteceram ou que estão por acontecer. Mas isso quando esses fatos estão relacionados de alguma forma a alguém com quem ela mantém ou manterá fortes laços. Nesse caso, a pessoa em questão era Nessie _ disse, apontando para mim.
_ Essa menina, pelo que vejo, é uma meia-vampira como meus filhos. E não deve ser mais velha que eles. Como ela teria alguma relação com a morte da minha Nina ou Didyme? _ perguntou Johan.
_ Não tem diretamente, mas passou a ter quando Aro começou a persegui-la, achando que ela era parte de seus planos de poder. Não sei se usou isso como pretexto para perseguir minha família, já que nutre uma rixa velada por nós, mas associou o fato de Renesmee ser meia-vampira com suas experiências com os da mesma espécie que ela. Deduziu que pudéssemos estar mancomunados para tirar-lhe o poder sobre o mundo vampírico._ explicou vovô.
_ Que grande imaginação! Nem sequer sabia de sua existência ou de Renesmee até então, Carlisle. Aliás, só tive conhecimento da amizade de meu filho com sua neta esses dias. Mas sabe que não seria nada mal tê-lo como aliado _ empolgou-se Johan com a ideia.
_ Perdoe-me Johan, mas nem eu e nem minha família nunca tivemos qualquer intenção de tomar o poder dos Volturi ou mesmo estar em pé de igualdade com eles, ou sequer ter uma posição de destaque entre os da nossa espécie. Temos um modo de vida totalmente diferente. Mas, isso não vem ao caso. O que quero que saiba é que, devido a esses fatos, Alice, desvendou dois grandes segredos de Aro. Um deles está relacionado à morte de Didyme e o outro, à Nina. Alice pegou uma conversa de Aro com Flávio, onde ele mencionou que "se foi capaz de tirar a própria irmã do caminho para defender sua supremacia sobre os Volturi, pra ele não seria o menor problema acabar com mais alguns obstáculos". Bem, sabemos aqui que a única irmã que Aro teve foi Didyme._ contou Carlisle, diante de um Johan surpreso e de um Marcus indignado.
_ Eu sabia que havia algo muito estranho na morte de Didyme, mas nunca imaginei que a ganância de Aro pudesse chegar a esse ponto. E em pensar que sempre fui criticado por ele por ser exageradamente ambicioso em minhas pretensões de poder. Na verdade, ele me via como um concorrente a altura e tentava me "podar", me manter num nível abaixo, como fazia com vocês até então. - referiu-se a Marcus e Caius _ Me dava a falsa impressão de "parceiro", mas o que lhe interessava mesmo era ter meus dons e meus conhecimentos científicos à seu serviço. _ analisou Johan.
_ Minha vontade foi acabar com Aro no momento em que soube dessa história. Como ele pôde? _ desabafou Marcus, com os olhos cheios de ódios e cerrando os punhos sobre a mesa. _ Didyme tinha uma forma própria de enxergar a vida e o impressionante dom de atingir a todos que se aproximavam dela com uma aura de felicidade. _ continuou _ Realmente nossa paixão me envolveu de tal forma que os planos de Aro já não me importavam tanto quanto antes. Estávamos tão felizes. Isso deve tê-lo incomodado, porque sempre contou comigo para ampliar o poder dos Volturi. Eu era o seu mais confiável parceiro. Mas como ele pôde? Como? _ esbravejou, socando a mesa com ira, e partindo ao meio o móvel rústico, feito de madeira maciça.
Nesse momento, surgiu um senhor careca e com um imenso bigode, com os olhos arregalados e gritando com as mãos para o alto.
_ Per Dio! Che cosa sta succedendo qui? (Por Deus! O que está acontecendo aqui?)
Deduzi que aquele fosse o tal "Giuseppe" da placa pendurada lá fora. O coitado estava desesperado com o que vira. Imediatamente, Chelsea abriu a porta. Marcus, vendo o que causara, tratou de se comunicar em italiano com o dono do estabelecimento, desculpando-se e garantindo que ele seria devidamente ressarcido.
_ Chelsea, vá com este homem lá pra dentro, acalme-o e veja o quanto é necessário para pagar o prejuízo.
Com o poder de influenciar o sentimento das pessoas, Chelsea tratou de "acalmar" o tal italiano e sumiu com ele para o interior da hospedaria.
Marcus desculpou-se com todos pelo seu descontrole e pediu que Carlisle seguisse com a história.








