Só um minuto para respirar e gritar antes de darmos a notícia.... Aaaaaaaaah!!! (respira, respira...Ok!)
A premiere de ‘Amanhecer – Parte 1‘ está confirmada para o Brasil e a cidade escolhida para o evento foi… O RIO DE JANEIRO!
Segundo foi informado, a premiere deve acontecer na primeira semana de novembro, ainda sem data definida.
Também não há nenhum ator confirmado para o evento, ainda. Isso deve acontecer bem mais à frente, quando as agendas dos atores estiverem mais definidas mas, pelo que sabemos, podemos apostar no trio todo: Kristen, Rob e Taylor, além do diretor Bill Condon. Vamos torcer para que eles todos possam vir!
Então é isso galera, agora vamos comemorar a premiere no Brasil e no Rio, a cidade que acolheu tão bem toda a produção no final do ano passado e deu tantas alegrias a todos os twilighters do mundo! Também não vamos deixar de agradecer o esforço da Summit, Rio Filme, Paris Filmes e Telecine em trazer a premiere para o nosso país!

Fonte: Blog Twi Brasil


A Gabi, presidente do Blog se inscreveu no concurso da Intrínseca que vai levar um fã brasileiro para conhecer Stephenie Meyer num encontro internacional de fãs! Pra ela concorrer (E GANHAR!) é preciso acessar o perfil dela do concurso e 'curtir' o texto da resposta da pergunta "Como Crepúsculo Mudou Sua Vida?" que ela escreveu! VAMOS AJUDAR!! Clique aqui e vamos torcer pra que ela seja a grande felizarda! Desde já agradecemos o carinho de todos!

Equipe TwiBrasil

Nota do Blog: Estamos nessa com você Gabi! Votando e torcendo para que você possa nos representar, parceira!!!


A volta pra casa
_ Quanto a nós, os Cullen, posso considerar cessada a perseguição dos Volturi à nossa família, em especial à Renesmee? _ quis certificar-se Carlisle, antes de partirmos.
_ Depois de tudo o que fizeram, não há como alimentarmos qualquer dúvida em relação às suas intenções e do seu clã. Aliás, acho melhor termos vocês como aliados do que como adversários. Concorda Caius?
_ Nunca escondi minha antipatia pelos Cullen, e confesso que não será agora que passarei a morrer de amores por eles, Marcus. Mas também não vejo porque manter essa perseguição, algo que era muito mais uma briga pessoal de Aro do que propriamente de nós, Volturi. Só acho que podemos mantê-los em observação, uma vez que essa união entre vampiros e lobos não me agrada muito. Não custa nos certificarmos que não haverá aí uma parceria que possa prejudicar-nos ou alterar a ordem no universo vampírico _ deu Caius seu parecer, nada amistoso como sempre. Ao menos tínhamos a palavra de ambos de que a perseguição acabara. Quanto a nos observarem por um tempo, não via qualquer problema, uma vez que não tínhamos o que esconder.
_ Não tenho como mudar sua opinião, Caius. Só posso dizer que respeito e aceito suas condições de nos manter em "observação", se assim acharem melhor. _ acatou vovô, não querendo fomentar mais antipatias ou novas brigas. E, na condição de representante da nossa família, se aproximou de Marcus e Caius para selar aquela nova fase de boa relação com os Volturi, através de um aperto de mão. O gesto foi prontamente aceito por Marcus, que complementou.
_ Mais uma vez, obrigado por tudo. Você e sua família foram os responsáveis pela minha libertação e por desvendar toda essa história.
_ Era de nosso interesse também que tudo isso se esclarecesse. E se não fosse o seu voto de confiança em nós, nada disso teria a conclusão que teve _ respondeu vovô.
Em, seguida, estendeu a mão para Caius, que, por sua vez, sem nem sequer olhar, reagiu à ação de Carl apenas com um rápido toque dos dedos, demonstrando certa contrariedade ou repulsa. O ato pouco educado foi ignorado por vovô, que ao invés de ofender-se, deixou escapar um sutil sorriso. Realmente, a atitude de Caius era tão ridícula que chegava a ser patética e engraçada
_ Bem, se nos permitirem, também precisamos ir. Afinal, há um evento nos aguardando em La Push. Minha neta irá se casar e, sem noivos não há casamento.
_ Claro, sintam-se à vontade. Vamos sumir com alguns vestígios e encerrar essa missão. Ancora piú (até mais) _ despediu-se Marcus.
E, assim, deixamos a Itália e a pendência que tínhamos com os Volturi para trás. Nossa família, os lobos e Nahuel estávamos compartilhando o mesmo sentimento: de dever cumprido. E o melhor, sem a necessidade de uma batalha corporal, apenas a emocional e psicológica. 
Inicialmente, estávamos todos meios pensativos, reflexivos, ruminando cada acontecimento. Mas bastou embarcarmos no Porto de Olbia, na Sardenha, rumo a Piombino, no norte da Itália, para que colocássemos todas os nossos questionamentos para fora. Tínhamos tantas perguntas e comentários a fazer, que quase não nos entendíamos direito. Todos queriam falar ao mesmo tempo. A sorte foi termos pego o último ferryboat, com pouquíssima tripulação, a maioria casal.
_ Teremos assunto para o ano todo _ comentou Emmet, abraçado à Rosalie, a única calada e distante entre todos. Rose ainda estava assimilando o que vivera em Dimenticato. Creio que algo mudara - ou estava em processo de mudança _ dentro dela e esperávamos que fosse para melhor. Todos ali haviam tido algum aprendizado e crescimento pessoal com aqueles episódios. 
Nahuel, por exemplo, pôde conhecer um pouco mais sobre seu pai e, apesar de não nutrir um sentimento de filho por Johan, todo ódio e mágoa que alimentava pelo seu "criador", havia se transformado em algo novo. Ao menos agora conseguia falar sobre o vampiro-cientista sem problemas e até com certa admiração.  
Sam, Leah, Josh e até mesmo Jacob, apesar de continuarem não engolindo Caius, admitiram a necessidade dos Volturi para manter a ordem no mundo vampírico. Principalmente agora com Marcus como porta-voz.
A família Cullen estava mais unida do que nunca. Olhar para Alice e Jasper, em especial, nos dava um grande alívio. Só em pensar que poderíamos tê-los perdido, era muito angustiante. 
_ Pelo visto, a festa de casamento de Nessie e Jake, servirá também pra comemorarmos o sucesso dessa missão _ disse vovô _ E quando me refiro a "sucesso" não falo apenas do resultado, dos vereditos, mas do fato de estar aqui com todos vocês, sem que ninguém tenha sofrido sequer um arranhão. Minha família e amigos são o meu verdadeiro tesouro _ declarou vovô.
_ Mas confesso que temi que as coisas não terminassem assim. Em alguns momentos achei que daria tudo errado _ expôs mamãe.
_ Você não foi a única Bella. No momento que vi Alice dominada por Aro, fiquei apreensivo. Afinal, Alice era nossa garantia, nosso "GPS", a arquiteta da missão. E se ela estava em apuros era porque algo não havia saído conforme o planejado _ comentou Jake.
_ Eu fui a arquiteta até onde deu pra ser, Jake. Eu tinha alguns pontos claros nas minhas visões, mas muitas lacunas me impediram de ter uma certeza do resultado dessa missão. Onde a matilha estava presente, por exemplo, eu não conseguia prever muita coisa. Além disso, eu dependia de algumas decisões para que tudo saísse conforme o esperado. O problema é que Aro sabia desse ponto fraco no meu dom. Assim que Flávio transmitiu a ele as últimas informações que possuía antes de morrer, ele começou a desconfiar do real motivo de eu estar na Itália e passou  a agir de forma imprevisível, driblando, assim, minhas previsões. Eu queria que ele acreditasse que eu e Jasper estávamos interessados em nos unir aos Volturi naquele encontro. Eu sabia que ele tinha grande interesse no meu dom e que minha proposta o atrairia. Isso daria a vocês tempo de agir _ contou Alice.
_ Foi loucura você se colocar como cobaia dessa forma. E ainda levar Jasper _ criticou papai.
_ Ela não me levou, fui eu que insisti em ir junto. Alice havia me contado metade do que pretendia e tentou esconder a parte de que serviria de cobaia. Mas conheço bem minha companheira e no pouco que ela deixou escapar eu percebi sua intenção. Minha condição para não contar nada a vocês foi o de ela me deixar acompanhá-la _ revelou Jasper.
_ Essa condição de Jasper foi uma das "decisões inesperadas" que estava fora das minhas visões iniciais. Jasper não deveria estar comigo lá. Eu nunca o colocaria em perigo. E eu só não o vi em risco, porque Flávio deveria ter morrido antes de conseguir passar qualquer informação a Aro. Era para Demetri e Félix tê-lo matado antes da chegada de Jane e Alec. O que aconteceu lá, Edward? Por que não aconteceu da forma que previ?
_ Realmente Demetri e Félix estavam dispostos a acabar com Flávio, li em seus pensamentos. Mas a curiosidade de saber mais sobre os planos de Aro foi maior. Eles protelaram aquilo que intencionavam fazer e isso deve ter dado tempo a Flávio de se comunicar com Aro telepaticamente. Então, Jane e Alec chegaram e concluíram o serviço _ contou papai, explicando mais uma ponto falho na visão de Alice. Uma pequena mudança que mexeu com todo o futuro.
_ Mas o importante é que no final saiu tudo bem _ concluiu Carlisle.
_ E, sendo assim, vamos deixar esse assunto de lado, e vamos focar num outro mais importante ? _ sugeriu Alice, deixando no ar qual assunto seria, mas logo sendo entregue por papai.
_ Se preparem Nessie e Jake, por que a cabeça da Alice está à mil com tantas ideias para o casamento de vocês.
_ Ah, Edward, deixe de ser estraga prazer! _ ralhou Alice.
_ Alice, não quero jogar um balde de água fria nas suas boas intenções, mas a cerimônia será simples e seguirá os rituais quileutes.
_ Ok, já sei disso, Jake, mas nada impede que a família da noiva participe, não é Bella? _ pressionou Alice, usando mamãe para poder realizar seus projetos.
_ Bem, eu gostaria de deixá-los a vontade para fazerem o casamento deles da forma que desejarem mas, se caso eles concordem, nós podemos dar um toque Cullen a esse evento _ apoiou mamãe, para alegria de Alice. 
Vê-la empolgada era tão prazeroso, ainda mais depois de tudo que passara. Então, resolvi dar uma forcinha para minha "titia".
_ Realmente não seria justo minha família estar excluída dos preparativos. Afinal, eu sou a noiva, não é Jake?
_ Tá bom, tá bom... Contanto que não desrespeitem o ritual e não transformem um evento íntimo num acontecimento público... _ avisou Jake.
_ Não, eu nunca faria tal coisa. Só pensei em alguns detalhes, do tipo: aproveitarmos que estamos na Itália para darmos um pulinho em Milão e providenciarmos um vestido à altura de uma Cullen...
_ Mas o casamento vai ser na praia. Não posso aparecer com um vestido de alta-costura. Nem combinaria, não é Alice?
_ Confie no meu bom gosto e bom senso, Nessie! É claro que veremos algo que combine com o cenário praiano, meu amor. E, eu também pensei em fazermos um luau, após a cerimônia. Tenho toda a decoração na minha cabeça, com muitas tochas, frutas, coquetéis... tudo muito colorido...
_ Nossa, Alice! Calma, não temos tempo pra tudo isso. O conselho só está aguardando a nossa chegada para cumprir a decisão dos ancestrais _ lembrou Jacob.
_ Parece que La Push vai bombar, baby! Alice vai sacudir aquela praia _ animou-se Josh, arrancando risos de Sam e Leah!
_ Quem diria que um dia nós, quileutes, não apenas receberíamos vampiros em nossas terras, como também veríamos uma união, resultante de um imprinting, entre um lobo e uma meia-vampira, com direito a festa organizada por um "frio"?! _ surpreendeu-se Sam.
_ E será que eu estou convidado a ir nessa festa? _ convidou-se Nahuel.
_ Lógico! Aliás, você está intimado _ respondeu Jake.
E até chegarmos na casa de Charlie, em Forks, o assunto passou a ser esse: nosso casamento.


Uma nova chance

_ Se Marcus e Caius permitirem, posso realizar seu sonho de ser mãe novamente. Basta que eles me autorizem gerar mais um meio-vampiro...
_ Você deu a sua palavra que pararia com as experiências genéticas _ cobrou Marcus.
_ Sim, eu sei. E vou cumprir. Não vou mais tentar novas espécies usando meus filhos para gerá-los. Eu mesmo vou fecundar uma humana e dar à Nina a chance de não apenas ter um bebê, mas criá-lo, vê-lo crescer. Acho que por tudo que os Volturi nos fizeram passar  todos esses séculos, nos devem essa.
_ Vai vitimar mais uma mulher, uma coitada, como foi minha mãe _ reagiu um ressentido Nahuel.
_ Entendo sua mágoa, Nahuel, e sinto que não tenha conseguido me aproximar de você. Infelizmente, não temos os mesmos valores. O que posso te garantir, se é que isso te deixaria menos chateado, é que procurarei uma mulher que mereça o destino que darei à ela. Alguém que possa esteja saudável o suficiente para gerar uma criança, mas que não tenha instinto materno.
_ Como saber? Por acaso pode ler mentes ou saber o que se passa no coração das pessoas agora? Não imagino uma mulher sem instinto materno _ retrucou Nahuel.
_ Pois saiba que existem. E acho que Angelina poderá me ajudar nessa tarefa de escolher a mulher certa. Não é Angelina?
_ Sim, poderia _ dispôs-se Angelina
_ O que acha Caius? _ perguntou Marcus.
_ Tanto faz.
_ Então está bem _ decidiu Marcus.
_ Não quero um outro filho! _ recusou Nina, ainda sofrendo a perda do seu bebê imortal.
_ Por que não? Você não quer ser mãe? _ indagou Johan.
_ Quero! Mas eu quero o meu Gabriel e não outro. Não será a mesma coisa! _ insistiu Nina, inconformada.
_ Aceite, Nina! _ disse uma doce voz familiar. Era Alice, que chegava de mãos dadas com Jasper. Imediatamente mamãe estendeu seus poderes até eles.
_ Quem você pensa que é pra querer me fazer mudar de ideia? _ indignou-se Nina.
_ Sou Alice Cullen e posso prever alguns acontecimentos futuros. Peguei um pedaço do que Johan lhe propôs e, imediatamente tive uma visão sua e desse meio-vampiro que nascerá. Se tivesse como, eu lhe mostraria a bela cena que vi.
_ Quanto a isso, acho que posso ajudar _ surpreendeu Angelina, causando estranheza em Johan.
_ Como assim, pode ajudar, Angelina?
_ Nunca revelei a ninguém, mas possuo um dom: sou receptora e condutora de pensamentos. Ao tocar alguém, tanto posso ler quanto posso passar o que vejo na mente das pessoas.
_ Mas por que nunca me disse isso antes? Por que guardou esse dom pra você? _ questionou Johan, um tanto aborrecido com a ocultação de tal poder.
_ Porque nunca concordei com seus planos ambiciosos de dominação e vingança, muito menos com suas experiências genéticas a que nos submetia. Não queria ser usada em prol deles. Preferi deixar apenas a minha vocação científica, os meus conhecimentos, a seu serviço. Eu tinha que me mostrar útil de alguma forma, pra não acabar como Muriel: uma simples babá de suas crias. Além disso, estando ao seu lado nos estudos, tinha a oportunidade de aprimorar meus conhecimentos. 
_ Mas agora, com o pacto de Johan feito conosco, você não terá mais porque esconder seu dom, poderá usá-lo _ aproveitou Marcus, reiterando o compromisso do vampiro-cientista com os Volturi e já expondo seu desejo de tê-la entre a guarda. _ Aliás, você seria muito bem aproveitada em nosso meio.
_ Obrigada pelo convite. Prometo que pensarei na proposta.
_ Mas então você poderia repassar minha visão à Nina? _ retomou Alice o assunto.
_ Sim posso, se ela permitir, claro! 
_ E, então, querida? Não custa nada usufruir dessa possibilidade de ver o que o destino lhe aguarda. _ argumentou Johan.
_ Mas se ela já viu esse futuro, é porque acontecerá de qualquer forma. Não tenho escolha, não é isso? 
_ Não é verdade. Sua escolha é que decidirá se este futuro acontecerá ou não. Se eu tive a visão naquele momento, é porque você estava, de alguma forma, propensa a aceitar a proposta de Johan. Peguei uma brecha de sua possível decisão. Mas ela pode mudar e aí, esse futuro também muda.
_ E se eu não quiser aceitar? O que você vê nesse outro futuro? _ perguntou Nina, curiosa.
_ Nesse momento não vejo nada. Provavelmente porque você está indecisa. Mas ao menos se dê a chance de ver o destino que um desses caminhos irá te conduzir.
_ Está bem. Não me custa ver. Mas não significa que será esta a minha escolha.
E então, Alice e Angelina, saindo do campo de defesa criado por mamãe, se aproximaram de Nina. Angelina, no papel de "ponte", tocou Alice e, em seguida, Nina, passando tudo o que captava. Inicialmente, Nina expressou surpresa por estar tendo acesso àquelas visões, mas depois seu semblante seguiu com um misto de emoções: desconfiança, curiosidade e uma grande felicidade, esboçado em um iluminado sorriso. 
_ E então, o que está vendo? _ ansiou-se Johan.
Nina não respondeu de imediato. Largou a mão de Angelina, abraçou Johan e sussurou em seu ouvido, num tom possível de ouvir de onde eu estava.
_ Aceito sua proposta. Quero muito esse futuro que acabei de ver.
Johan, respondeu à afirmativa de sua amada, levantando-a no colo e comunicando a todos.
_ Senhores, preciso recuperar o tempo perdido ao lado da minha Nina e cumprir uma promessa que fiz a ela séculos atrás. Por isso, agradeço o convite Marcus e Caius, mas acho que merecemos um tempo só nosso. Angelina, Soraya e Ivan, vocês vêm conosco?
_ Eu e Soraya gostaríamos de ficar com os Volturi. Achamos que será uma experiência interessante _ disse Ivan, deixando escapar uma olhada cheia de intenções para Jane.
_ Desejo-lhes sorte. E você Angelina?
_ Bem, se me permitisse, gostaria de seguir meu caminho sozinha. Talvez o procure novamente, para iniciarmos outros estudos científicos. Ou talvez me una aos Volturi. Ainda não sei, preciso de um tempo comigo mesma.
_ Sinta-se liberada pra fazer o que desejar. Bem, senhores, acho que não nos resta mais nada a fazer aqui. Se nos permitem...?
_ Até algum dia, Johan _ respondeu Caius.
_ Obrigada por ter vindo. Sem sua presença aqui não teríamos concluído nosso intento e, certamente, o resultado dessa missão teria sido outro _ despediu-se Carlisle, agradecido, em nome dos Cullen.
E, então, Johan desapareceu mata a dentro com sua Nina nos braços. Em, seguida, Angelina pediu permissão para retirar-se e também se foi, em busca de seu próprio destino.

Capturar

 

O mais fofo de tudo foi que o Twiastro “tuittou” a mensagem em português *_*

 

 

Fonte



Assim que sair em HQ atualizo o post!



Fonte

 

A Little, Brown Books for Young Readers, uma divisão da Hachette Book Group, vai sediar um evento especial internacional de fãs, com os fãs de Twilight de todo o mundo. Dez fãs serão escolhidos para ter um encontro íntimo com a autora Stephenie Meyer. O evento coincide com o lançamento de The Twilight Saga: The Official Illustrated Guide (12 de abril de 2011).
Foram feitas parcerias com as editoras Saga Crepúsculo no Brasil, China, França, Alemanha, Itália, México, Taiwan e Reino Unido para reunir fãs.

Isso mesmo pessoal temos a chance de concorrer um lugar [com acompanhante] no Encontro Internacional de fãs, quer saber como basta clicar na imagem abaixo.Intrinseca

 

Fonte (1) (2)

Tradução e adaptação: @nathy_bells


Cinzas
Aquilo estava realmente acontecendo? Aquelas cinzas ali à nossa frente eram mesmo do poderoso Aro? Certamente sua morte iria repercutir por todo o universo vampírico. Muitos dariam tudo para ter presenciado tal acontecimento, afinal, Aro colecionara desafetos pelos quatro cantos da Terra. Quantos mais não teriam sido vítimas de suas artimanhas? Ele era a mente por trás dos Volturi. E agora, como seria sem Aro? 
Ainda estávamos digerindo aquelas reflexões e misturas de sentimentos, como alívio, tensão, pena e apreensão, que envolveram o julgamento e condenação de Aro e sua esposa Sulpícia, quando Marcus sussurrou o nome de Alec, como num comando oculto.
Inesperadamente, Nina foi ao chão, num estupor catatônico, como se tivesse desfalecido, apesar de se manter com os olhos abertos. Sua queda, fez com que Gabriel, o bebê imortal, rolasse à sua frente, sendo imediatamente amparado por Rosalie.
_ O que significa isso, Marcus? _ esbravejou Johan, sem entender o que estava ocorrendo, mas percebendo que aquilo era obra de Alec seguindo ordens de Marcus.
_ Johan, precisamos seguir os protocolos e quis poupar Nina de presenciar e reagir da forma que sabemos que reagiria diante do nosso veredito para esse bebê imortal.
_ Não, vocês não vão... Vocês não teriam coragem! _ desesperou-se Rosalie, diante da obviedade das palavras de Marcus, agarrando-se àquele pequeno ser indefeso e, ao mesmo tempo, letal.
_ Carlisle, por favor, poupe-nos de ter que tomar atitudes não programadas contra sua filha. Será que Alec terá que agir nela também?
_ Solta logo esse bebê, Rose! Por mim! _ pediu Emmet, adiantando-se ao pedido de Carlisle.
_ Rose, não haja irracionalmente. Se você realmente sente algo por esse bebê, então deixe-o cumprir seu destino. Essa criança transformou-se em algo que não tem a menor noção do que seja, e nunca terá, porque ela não teve a chance de crescer, desenvolver, aprender sobre a vida. Foi tirada de uma forma brutal de sua mãe, de sua família e predestinada a ser um predador insaciável. E tudo isso, por uma única finalidade: saciar o egocentrismo, a vontade doentia e desenfreada de duas vampiras que queriam ser "mãe". Mas isso é ser mãe? Pense bem, minha filha.
_ Você acompanhou o nascimento e o desenvolvimento de Nessie, Rose! Sabe a diferença de criar alguém e vê-la crescer e... e isso aí, que futuro terá? _ disse mamãe, apontando para o vampirinho _ Ele nem teve escolha, coitado! E você sabe bem o que é isso. Se existe vida após a morte, então que ele possa ter a sua chance de realmente viver seja lá onde for. Quem sabe não reencontre sua verdadeira mãe nesse outro mundo? Dê a ele essa oportunidade!
As palavras de Carlisle e mamãe, pareceram ter feito Rosalie repensar sua atitude. Principalmente a parte sobre "escolha". Então, num gesto realmente de amor, ainda que parecendo contrariar a si própria, ela se encaminhou até Marcus e lhe entregou o bebê. Feito isso, correu para os braços de Emmet, enterrando o rosto sobre seu peito.
_ Bem, acho que o veredito desta criança dispensa comentários. Não poderíamos deixar tal aberração viva por aí e arriscando nosso segredo. Não teria sentido ter condenado Aro e manter impune o objeto do crime que o levou à morte. Seria contraditório. Portanto, mantendo a lei que condena a transformação de tais criaturas em nosso meio... 
Confesso que, quando ele chegou nessa parte de sua sentença, não tive coragem de assistir o que viria a seguir. Se não havia querido assistir a morte de quem me desejara mal, imaginem daquele menininho, cuja aparência só nos remetia ao forte desejo de proteção e amparo? Então, fechei os olhos e aguardei o fim. O aperto da mão de mamãe segurando a minha me leva a crer que ela fez o mesmo. 
Pronto, estava feito! Agora era a vez de Nina ser julgada.
_ Marcus, antes que retorne com Nina, preciso que me diga: o veredito que a aguarda é o mesmo de todos esses aqui? _ perguntou Johan.
_ Não, meu caro Johan. Eu e Caius entendemos que Nina e você merecem uma segunda chance juntos. O caso dela é uma exceção.
_ E mais que isso. Gostaríamos de convidá-los a retomar seus postos junto aos Volturi. Você poderia ser um soberano Volturi ao nosso lado _ empolgou-se Caius.
_ Isso é algo que não decidirei sozinho, preciso saber qual o desejo da minha Nina. Mas já me sinto em dívida com vocês por saber que irão poupá-la. Ainda que não estejamos engajados à causa Volturi na condição de membros, serei eternamente grato e um vosso aliado, onde quer que esteja, cumprindo a minha promessa de não trabalhar mais contra vocês. 
_ É isso o que esperamos Johan. E saiba que o convite, já mencionado aqui por Caius, se estende aos seus filhos. Eles serão bem-vindos à guarda, se quiserem.
Vi no sorriso discreto de Ivan e Soraya que tal convite era algo desejado por eles. Já Angelina mostrou-se neutra, não esboçando qualquer reação. Nahuel, nem sequer se incluiu em tal convite, uma vez que não se sentia participante daquela família.
_ Eles estarão livres para decidir, inclusive Nahuel.
_ Obrigado, mas desde já deixo claro que não tenho o menor interesse. O caminho que quero seguir já está escolhido e não é ao seu lado, Johan, ou ao lado dos Volturi _ antecipou-se Nahuel.
_ Bem, então acho que já podemos prosseguir. Bella, a aconselho usar o seu poder para proteger sua família e amigos e, se não for abuso, peço que proteja também minha guarda, pois a proteção de Raquel só funciona pra ela e para quem suas mãos tocam, ou seja, eu e Caius. Johan, você acha necessário que você e seus filhos...
Antes que Marcus terminasse, Johan respondeu.
_ Não. Nina não faria mal a mim. 
_ Mas e a nós? Não estou certa disso. _ preocupou-se Soraya.
_ Bem, não me custa mantê-los seguros também. Podem juntar-se a nós, por precaução _ ofereceu mamãe.
Uma vez todos precavidos de uma possível ação de Nina, Marcus deu a ordem:
_ Alec, pode liberá-la...
E como num abrupto retorno à "vida", tal como alguém que recupera o fôlego num estalar de dedos, Nina "acordou" do transe provocado por Alec, meia desnorteada. Sem pensar duas vezes, procurou, desesperada, o seu pequeno Gabriel, que percebera não estar mais em seus braços. Sua procura terminou ao avistar o montinho de cinzas, ao lado dos outros dois montes maiores, ainda em brasas, bem ali à sua frente.
_ Meu filho? _ afligiu-se com as mãos sobre a cabeça, ajoelhada. E, engatinhando até os restos do bebê, começou a juntar o pó e amontoá-lo em sua saia _ O que vocês fizeram a ele? O quê? Seus malditos!
Johan, pôs-se à sua frente, segurando-a pelos ombros e tentou fazê-la ouvir o que tinha a dizer.
_ Nina, pare com isso e olhe pra mim, antes de tomar qualquer atitude. Somos só nós agora. Não estou protegido como eles. Seus poderes, se usados, não atingirão mais ninguém a não ser a mim. Portanto, se achar que mereço ser punido por não ter defendido o seu bebê, estou aqui. Mas se puder ouvir o que tenho a dizer, por favor, ouça!
_ Por que deixou que matassem meu Gabriel? Por que? Por que?_ repetia, inconformada, mas não demonstrando forças ou desejo de punir Johan.
Olhando firme para Nina, a impressão era que Johan sabia exatamente o que dizer. Como ele conseguiria fazer aquela vampira aceitar tamanha perda? O que poderia convencê-la de que tal decisão fora o melhor para aquela criança. O amor do companheiro reencontrado seria suficiente para substituir o sentimento que Nina nutria pelo bebê? Eu realmente não via como aplacar aquela dor. Afinal, mesmo se tratando de uma relação doentia e estranha, ela se via como "mãe" daquele imortalzinho. Isso sem levarmos em conta que ela não tinha a menor noção do real significado desta palavra.

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“Ontem foi dia de fotos e entrevistas com os Volturi. Não tenho certeza de quando essas entrevistas para vão passar na mídia então fiquem ligados”02
“Estive super ocupada gravando… & tive uma noite maravilhosa dançando com o elenco ontem – é oficial, vampiros têm rítmo…”

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Onde a história de Amanhecer vai ser dividida, como será a cena do nascimento e outros detalhes que estão matando os fãs da saga Crepúsculo de curiosidade foram esclarecidos pelo produtor Wyck Godfrey ao jornal USA Today.
Antes de mais nada, o que todo mundo quer saber: o primeiro filme vai terminar justamente quando Bella estiver prestes a “embarcar em sua transformação sobrenatural”. Ou, para ser mais direto, quando ela estiver pronta para virar uma vampira.
De acordo com Godfrey, a primeira parte vai se concentrar no casamento, lua-de-mel e no nascimento da filha do casal. As sequências de ação – e possíveis mortes – vão mesmo ficar para o segundo filme, em 2012.
Quanto às duas cenas mais esperadas, ele diz que a relação de Edward e Bella não será um ‘soft porn’, mas sim algo romântico e sensual. E que o nascimento de Renesmée será mostrado através dos olhos da personagem de Kristen Stewart, o que significa que o público vai ver apenas o que ela vê.
O produtor também falou sobre Jacob. Ele disse que, ao longo do filme, o personagem será acompanhado enquanto se confronta com um grande dilema.

E, para encerrar, garantiu que o filme terá classificação PG13 (apenas os menores de 13 anos precisam de autorização/acompanhamento dos pais), justificando que seria “um crime” contra os fãs abaixo dos 18 mudar isso.
A primeira parte de Amanhecer estreia em 18 de novembro de 2011 e o segundo filme tem lançamento marcado para 16 de novembro de 2012.

Fonte


 

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