Este sábado, 16 de outubro, foi a cerimônia de premiação do Scream Awards 2010, que reconhece os melhores filmes de ficção científica, horror e fantasia. A premiação será exibida na terça-feira 19 pelo canal de televisão americano Spike TV, que é a patrocinador da premiação.
O filme "Eclipse" da saga "Crepúsculo", foi o grande vencedor da noite,levando as estatuetas de:
º Ultimate Scream (Melhor 'grito'): Eclipse
º Melhor Filme de Fantasia: Eclipse
º Melhor atriz num Filme de Fantasia ou Show de TV: Kristen Stewart
º Melhor ator num Filme de Fantasia ou Show de TV: Robert Pattinson e Taylor Lautner
º Melhor Performance Masculina: Xavier Samuel
A Saga foi representa na premiação pela Nikki Reed, Jackson Rathbone e Kristen Stewart que surpreendeu os fãs ao aparecer com a cabeleira em tom natural novamente.
Fonte: Twilight Moms Brasil
Adaptações: TwilighteMania
Fanfic: "Livro de Renesmee" (47ª parte)
20 comentários Postado por Monica Marinho às 10/15/2010 03:27:00 PMAlguns bares e restaurantes ainda mantinham as portas abertas. Papai parou o Camaro na Piazza della Signoria (Praça da Senhoria), coração de Florença. Da praça podíamos ver a imponente torre do Palazzo Vechio (Palácio Velho), prefeitura da capital toscana. Ali próximo, em uma cantina, parecia estar sendo comemorado um casamento. De onde estávamos, ouvíamos nitidamente a música típica italiana que saía de um afinado acordeon, acompanhada por um animado côro já não tão afinado. Imediatamente me lembrei que dali a alguns dias, caso tudo desse certo, eu e Jacob estaríamos comemorando o NOSSO casamento. Meus Deus! Casamento? Porque essa palavra me dava arrepios?
_ Será que essa fobia é genética? _ perguntou papai, sorrindo, me despertando de uma espécie de transe.
_ O quê? Que fobia?
_ De casamento. Sua mãe também tinha problemas com essa palavra.
_ É, eu conheço a história. Mas acho que o que me assusta é a tal cerimônia quileute. Como será isso? Imagino La Push em peso olhando a gente... Nossa! Isso me assusta!
_ Bobagem, Nessie! Pense que vocês vão estar compartilhado com os amigos, a família e com quem mais estiver lá, um momento único e especial na vida de vocês. É como se estivessem declarando publicamente que se amam. Não importa o tipo de cerimônia e quem vai estar olhando. Nesse momento nada disso vai importar. Vai ser como se estivessem só vocês dois ali.
Papai falava comigo como se estivesse descrevendo um filme. Devia estar relembrando de sua própria experiência com mamãe. Até que olhando dessa forma, essa coisa de casamento era menos assustadora.
_ Somos pessoas felizes, não é papai? Privilegiadas. Tivemos a sorte de encontrar o amor das nossas vidas. Assim como Alice e Jasper, Emmet e Rosalie e Carlisle e Esme.
_ É , somos mesmo. _ disse ele com o seu tradicional sorriso torto.
Aquela história sobre amor me fez lembrar um assunto. E eu não perdi a oportunidade de tirar uma antiga dúvida.
_ Você ainda acredita que não temos alma, papai? Porque não consigo imaginar alguém sem alma amando.
_Há algum tempo atrás eu diria com convicção que não temos alma. Mas, hoje, confesso que não saberia responder. E é justamente o amor que me dá esse benefício: o da dúvida. É melhor conviver com a dúvida do que com a condenação sumária.
Enquanto conversávamos, percebemos que as horas haviam passado rápido. Já ia dar 3h da manhã. De repente, o celular do papai tocou. Era Alice. Papai apenas ouviu e assentiu a cada instrução. E, então, desligou.
_ É, está na hora. Vamos lá. _ disse papai, saindo com o carro em disparada
_ Alice já está em Pisa?
_ Sim. E Aro já está indo ao seu encontro. O caminho vai estar livre pra gente. Mas temos pouco tempo.
Seguimos para Volterra. Na velocidade em que papai ia, em 40 minutos estaríamos lá. Precisaríamos ser rápidos, só não sei como seria isso. Convencer Marcus e Caius a nos acompanhar a Dimenticato, antes que Aro retornasse. Essa tarefa não me parecia nada simples. A não ser que papai tivesse um trunfo nas mãos, eu não tinha a menor ideia de como conseguiríamos essa proeza. Bem, a única coisa que eu sabia é que deveria mostrar algo importante a eles. Mas tudo o que havia acontecido até então, certamente era de conhecimento de Marcus e Caius. Flávio deixou claro que os planos de Johan eram uma transgressão direta à lei dos vampiros e, para eles, eu e minha família fazíamos parte desse plano de dominação. Que absurdo!
_ Papai, quando vou saber o que mostrar a eles? Não vejo como posso convencê-los a nos acompanhar expondo apenas o que sei. Afinal, todas as ações de Aro, até agora, contam com o apoio dos dois.
_ Nem todas. E, no momento certo, você saberá o que mostrar a eles, principalmente a Marcus. Ele fará a diferença. E, independente do que aconteça lá, vá até o fim no plano.
Quando chegamos a Volterra, uma forte neblina tomava conta do lugar. A serração durante a madrugada era própria daquela região montanhosa da província de Pisa. Para completar o cenário que mais remetia a um filme de terror, a cidadela estava totalmente erma. Papai parou o carro bem em frente à Torre do Relógio e desligou o motor.
_ E agora? A gente vai lá e bate na porta dos Volturi? _ perguntei com ironia, mas querendo realmente saber o que faríamos para chegarmos até eles.
_ Não será preciso.
De repente, dois vultos passaram por trás do carro e se puseram à frente do Camaro. Os mantos negros dispensavam apresentações: eram membros da guarda Volturi. Um alto e forte e outro de estatura menor. Eles retiraram os capuzes, e então vi de quem se tratava: Demetri e Félix. Demetri me encarou e lembrei que ele estivera no encalço de Jake achando que se tratava do meu rastro. Frustrei sua missão e isso para um Volturi não deveria ser boa coisa.
_ Visita inesperada, Edward! _ disse Félix, caminhando em direção à porta de papai.
Antes que pedissem, descemos do carro.
_ Viemos em paz. Só queremos ser levados à presença dos Volturi.
_ Ah, certamente serão levados. Uma pena que Aro não esteja aqui. Ele ia adorar encontrá-los. Venham! _ ordenou Félix, enquanto o grandão só nos observava.
Félix foi à frente e Demetri atrás de nós, conduzindo-nos à um beco. Papai segurou em minha mão e me olhou com tranquilidade, como se quisesse reforçar o que dissera antes: "Confie em mim!"


